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Dicionário da criptoeconomia

13 de novembro de 2019

As criptomoedas estão cada vez mais presentes em nossas vidas, e por isso é natural que o interesse das pessoas nelas cresça. No entanto, existem alguns termos desse universo que deixam os interessados perdidinhos nas rodas de conversas com os amigos. E se isso acontece com você, não se preocupe. Hoje trouxemos um conteúdo especial com alguns dos termos mais usados e mais importantes da criptoeconomia.

Confira nosso “criptodicionário”:

Blockchain

Podemos dizer que o Blockchain é um dos principais ativos criados no universo das criptomoedas e, caso você ainda não saiba, essa é a tecnologia que está por trás do Bitcoin e de muitas outras moedas digitais. É ela quem garante a altíssima segurança nas transações realizadas com as criptos, registrando todo o histórico de operações feitas utilizando sistemas que eliminam possíveis discrepâncias.

Resumidamente, o Blockchain permite que informações sejam registradas de forma permanente, imutável e transparente a todos os usuários da rede. E como explicamos aqui neste artigo, a tecnologia nasceu com as criptomoedas, mas seu potencial vai muito além desse universo.

Exchanges

As exchanges, também chamadas de corretoras de criptomoedas, são empresas que são responsáveis pela intermediação das compras e vendas das moedas digitais. Ou seja, se você deseja adquirir ou vender suas criptomoedas, você precisa procurar uma exchange, como a BitBlue, por exemplo, para realizar sua operação de uma forma totalmente segura. É bem simples, você deposita reais na plataforma e lá pode comprar suas criptomoedas. Da mesma forma pode vende-las e receber em reais na sua conta.

Mineração

Minerar, no glossário das criptomoedas, quer dizer validar e registrar as transações das moedas digitais com computadores. Esses computadores fazem cálculos matemáticos para reuniar as transações em blocos válidos que são adicionados à cadeia blockchain.

É importante destacar que os mineradores são recompensados com uma quantia em criptomoedas por cada bloco que é validado e acrescentado à blockchain. Inclusive, muita gente ganha a vida assim.

HODL 

O termo HODL na verdade surgiu a partir de um erro de grafia cometido em um post do fórum sobre criptomoedas BitcoinTalk. Na época, em 2013, o usuário estava tão irritado pelo fato do preço do Bitcoin ter caído, que escreveu duas vezes “I am hodling”, que em português significa “estou segurando”. A partir daí surgiu a gíria “HODL”, quando querem se referir ao termo “HOLD” – “segurar” um ativo, não vende-lo mesmo que seu preço caia e esperar que ele valorize”.

Wallets

Se possuímos moedas digitais, precisamos possuir maneiras digitais de guardar esse dinheiro, certo? As wallets são as “carteiras” das criptomoedas. Com elas, você pode consultar seu saldo, enviar ou receber moedas digitais. As carteiras podem ser hospedadas em celulares, notebooks ou podem ser carteiras físicas, como o SafeWISE (safewise.io).

FOMO 

Abreviação de “Fear Of Missing Out”, o termo quer dizer medo de perder uma oportunidade. Acontece quando um ativo está valorizando, as pessoas estão comprando e você ainda não comprou. Mas atenção, essa pode ser uma armadilha. Comprar na alta pode não ser uma boa ideia.

Pump/Dump 

Quando um preço está subindo muito alto, chamamos de pump. Quando está caindo, nomeamos dump. E ainda tem o pump-dump, que se refere a uma manipulação do mercado.

Trade 

É a compra e venda de alguma criptomoeda com o objetivo de lucrar com isso. Digamos que você compra 50 reais em Bitcoin e depois vende, você está fazendo trading.

Claro que existem muitos outros termos, mas escolhemos alguns dos principais para que você fique mais por dentro desse universo.

Tem algum que você acha que deveria ter entrado na lista? Deixe um comentário.

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